Um passo por vez, contando piadas pelo caminho, sorrindo, pegando a flor e se emocionando
Cantando uma linda canção, enquanto o tempo diz para onde ir
Sendo carinhosos, amigos, companheiros
Compartilhando momentos, sendo intensos
Aprofundando em conhecer na essência
Devagar, mas constante
Eu posso esperar o tempo que for, pois sei que não foi o acaso que nos apresentou, é o leve traço do nosso destino
Eu tenho paciência pra te explicar o meu jogo de amar
Eu to pronta pra fazer direito
Eu to pronta pra fazer perfeito
Vamos mudar as regras do jogo, vamos inventar nossa própria filosofia
Vamos escrever nossa própria canção e que ela cante o que é belo e eterno
Vamos falar do amanhecer, do sol batendo sereno nos nossos corpos nus
Vamos falar do anoitecer, que desvenda nossas loucuras
Eu quero liberdade amor... Quero aventura
Simplesmente quero o que ainda não experimentei
Quero dormir nos seus braços e me sentir sua... Sem reservas
Quero acordar e sentir que nada tem fim, sem o relógio nos apressando
Eu sou capaz de te fazer meu, sou mais ainda capaz de ser sua
Vamos correr esse risco, mas um passo por vez, fazendo de cada um deles uma eternidade
Se você tiver medo querido, eu posso te recitar um verso, eu entoou minha voz mais doce e evoco aos deuses pra acalmar seu coração
Se você se assustar eu seguro sua mão amor e juntos podemos construir um mundo novo
Só não duvide amor, porque eu sou capaz de te dar o mundo se você me pedir
Escute meu silêncio, ele te canta aquela canção de prazer
Mesmo de olhos fechados querido eu te vislumbro e eu vejo um futuro lindo
Em um passo por vez eu caminho... Caminhamos e não existe limite para o nosso mais lindo conto de amor
Estou do seu lado, segure a minha mão e se prepare para o infinito
Um passo por vez e o horizonte nos aguardando
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Meu amor é negro
Aquele menino da cor que me remete ao pecado, se ele soubesse o que mora dentro do meu coração é bem mais do que simples afeto, talvez entendesse que não espero quase nada.
Eu queria contar a ele apenas um segredo, mas ainda não me cabe revelar.
Aquele menino sem muito mexeu comigo. Sem promessas ou explicações, aquele menino simplesmente mexeu comigo.
Um olhar amoroso, uma boca envolvente, um sorriso delirante e um jeitinho apaixonante. Ele é simplesmente a mistura certa pra me fazer feliz.
Mas ele está longe. Longe de mim, distante dos meus planos... E absorvido pela não crença em minhas verdades.
Mas ele sabe que não existe cobrança alguma... O amo, porque isso me foi imposto por sua grandiosidade.
Sua maior beleza não está estampada em seu rosto perfeito, no seu corpo trabalhado ou no seu sorriso radiante... Sua maior beleza está em sua alma vazia de preconceito, cheia de nobreza.
Eu não precisaria passar uma eternidade ao seu lado pra saber que ele tem o dom de me fazer feliz.
Eu não precisaria da mais linda declaração de amor para saber que ele me completa.
Eu não precisaria da mais quente noite de amor pra saber que ele me faz a mulher mais desejada.
Eu simplesmente não preciso de provas palpáveis, pois é ligação de alma... É entrega de verdade.
Pode ser que nessa vida não nos pertenceremos fisicamente, mas descanso na certeza de que já nos pertencemos da forma mais linda eternamente.
Amigos? Namorados? Amantes? Irmãos?
Qualquer uma dessas definições já me basta de forma plena. Ele é meu e eu sou dele, de que forma? Isso é o que menos importa!
Eu queria contar a ele apenas um segredo, mas ainda não me cabe revelar.
Aquele menino sem muito mexeu comigo. Sem promessas ou explicações, aquele menino simplesmente mexeu comigo.
Um olhar amoroso, uma boca envolvente, um sorriso delirante e um jeitinho apaixonante. Ele é simplesmente a mistura certa pra me fazer feliz.
Mas ele está longe. Longe de mim, distante dos meus planos... E absorvido pela não crença em minhas verdades.
Mas ele sabe que não existe cobrança alguma... O amo, porque isso me foi imposto por sua grandiosidade.
Sua maior beleza não está estampada em seu rosto perfeito, no seu corpo trabalhado ou no seu sorriso radiante... Sua maior beleza está em sua alma vazia de preconceito, cheia de nobreza.
Eu não precisaria passar uma eternidade ao seu lado pra saber que ele tem o dom de me fazer feliz.
Eu não precisaria da mais linda declaração de amor para saber que ele me completa.
Eu não precisaria da mais quente noite de amor pra saber que ele me faz a mulher mais desejada.
Eu simplesmente não preciso de provas palpáveis, pois é ligação de alma... É entrega de verdade.
Pode ser que nessa vida não nos pertenceremos fisicamente, mas descanso na certeza de que já nos pertencemos da forma mais linda eternamente.
Amigos? Namorados? Amantes? Irmãos?
Qualquer uma dessas definições já me basta de forma plena. Ele é meu e eu sou dele, de que forma? Isso é o que menos importa!
domingo, 29 de janeiro de 2012
A meretriz
Eu dormi em seus braços calada, meus olhos não se fecharam, mas eu sonhei um sonho eterno.
Eu me fiz mulher em seus braços, na sua cama não tive pudor, mas me senti menina.
Eu te beijei intensamente, não procurei razão, me joguei.
Eu te toquei sem medo, teu cheiro me seduziu, me deixei levar.
Eu renovei seu estoque de amor, não pra me vangloriar, mas por te amar.
Eu me entreguei, não pra validar sua sensação de posse, mas porque realmente me sinto sua.
Fracionei meu coração pra que não lhe faltasse nada, não que eu não tenha um amor infinito, mas porque em doses pequenas te mantenho.
Eu lhe disse TE AMO, não para que isso te fizesse refém, mas porque é tudo que meu coração sabe dizer.
Eu murmurei baixinho nosso amor, não que eu não quisesse gritar bem alto, mas é que meu intimo desvendo apenas pra você.
Quando toca o sino e me é dada à vez... É anunciada sua presença...
... Apronto-me com minha melhor roupa, gasto meu perfume francês em quantidade equilibrada. Passo a loção hidratante por todo o meu corpo. Penteio meu cabelo de forma cuidadosa e coloco meu melhor sorriso no rosto.
Eu sou meretriz, meu dote de poucas horas é caríssimo, mas pra você abro todas as exceções.
Eu sou meretriz talvez com isso não merecesse conhecer tão nobre sentimento chamado amor... Mas a vida me fez mascara para aqueles que olham, mas humana por dentro.
Posso não ser digna de seu amor assumido, mas sou digna do seu mais louco pequeno momento de entrega.
Eu me fiz mulher em seus braços, na sua cama não tive pudor, mas me senti menina.
Eu te beijei intensamente, não procurei razão, me joguei.
Eu te toquei sem medo, teu cheiro me seduziu, me deixei levar.
Eu renovei seu estoque de amor, não pra me vangloriar, mas por te amar.
Eu me entreguei, não pra validar sua sensação de posse, mas porque realmente me sinto sua.
Fracionei meu coração pra que não lhe faltasse nada, não que eu não tenha um amor infinito, mas porque em doses pequenas te mantenho.
Eu lhe disse TE AMO, não para que isso te fizesse refém, mas porque é tudo que meu coração sabe dizer.
Eu murmurei baixinho nosso amor, não que eu não quisesse gritar bem alto, mas é que meu intimo desvendo apenas pra você.
Quando toca o sino e me é dada à vez... É anunciada sua presença...
... Apronto-me com minha melhor roupa, gasto meu perfume francês em quantidade equilibrada. Passo a loção hidratante por todo o meu corpo. Penteio meu cabelo de forma cuidadosa e coloco meu melhor sorriso no rosto.
Eu sou meretriz, meu dote de poucas horas é caríssimo, mas pra você abro todas as exceções.
Eu sou meretriz talvez com isso não merecesse conhecer tão nobre sentimento chamado amor... Mas a vida me fez mascara para aqueles que olham, mas humana por dentro.
Posso não ser digna de seu amor assumido, mas sou digna do seu mais louco pequeno momento de entrega.
sábado, 28 de janeiro de 2012
O amante
Ele liga pra ela:
_Oi, quero te ver.
Ela responde:
_Agora?
Ele diz:
_Sim
Ela responde:
_Tudo bem! Dentro de 30 minutos pode passar aqui.
Ela corre, toma um banho, se prepara para encontrá-lo. Nesse momento, subitamente, ela se lembra de tudo que já passaram juntos. Momentos raros, mas sugestivamente eternos e únicos.
Ela se lava com pressa, mas com zelo. Prepara sua pele com o seu mais gostoso perfume e gasta um tempo com seu mais cheiroso hidratante.
Ele manda uma mensagem: _Não agüento mais, vem do jeito que está!
Ela se afoba, mas quer estar perfeita para aquele momento. Diz que já está indo, mas simplesmente ainda está se arrumando.
Ele não é seu amor, ele é apenas seu amante.
A chuva está forte lá fora, mas nada tira o gosto agradável de momentos intensos vividos por eles. Nada atrapalha.
Ela termina de se arrumar. Na correria joga tudo de qualquer jeito na bolsa, pega a chave e corre para o portão. Já é madrugada e a noite promete.
Ele gentilmente abre a porta do carro e ela meio molhada entra com a respiração ofegante. Eles se beijão e se abraçam como se não houvesse regras.
Ali mesmo, uma sutil declaração de dependência do corpo um do outro e o mundo do lado de fora para de forma escandalosa.
E sem medo, apenas desejo... Entregaram-se furtivamente àquele momento.
_Oi, quero te ver.
Ela responde:
_Agora?
Ele diz:
_Sim
Ela responde:
_Tudo bem! Dentro de 30 minutos pode passar aqui.
Ela corre, toma um banho, se prepara para encontrá-lo. Nesse momento, subitamente, ela se lembra de tudo que já passaram juntos. Momentos raros, mas sugestivamente eternos e únicos.
Ela se lava com pressa, mas com zelo. Prepara sua pele com o seu mais gostoso perfume e gasta um tempo com seu mais cheiroso hidratante.
Ele manda uma mensagem: _Não agüento mais, vem do jeito que está!
Ela se afoba, mas quer estar perfeita para aquele momento. Diz que já está indo, mas simplesmente ainda está se arrumando.
Ele não é seu amor, ele é apenas seu amante.
A chuva está forte lá fora, mas nada tira o gosto agradável de momentos intensos vividos por eles. Nada atrapalha.
Ela termina de se arrumar. Na correria joga tudo de qualquer jeito na bolsa, pega a chave e corre para o portão. Já é madrugada e a noite promete.
Ele gentilmente abre a porta do carro e ela meio molhada entra com a respiração ofegante. Eles se beijão e se abraçam como se não houvesse regras.
Ali mesmo, uma sutil declaração de dependência do corpo um do outro e o mundo do lado de fora para de forma escandalosa.
E sem medo, apenas desejo... Entregaram-se furtivamente àquele momento.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Meu segredo
Fechei os olhos
Abri levemente a boca
Minhas mãos tremiam
Meu coração acelerava
Senti uma leve dor na barriga
Suava frio
Minhas emoções se misturavam
Minhas sensações se confundiam
O vento me balançava
O sol me aquecia
Na escuridão dos meus olhos fechados
Eu vi sua imagem
Seus olhos fechados
Abriu levemente a boca
Suas mãos não tremiam
O seu suor escorria
Como se nossos olhos estivessem abertos
Nossos lábios se tocaram
De repente nossas mãos se encontraram
Você me puxou
Eu me deixei ser puxada
Nossos corpos se tocaram
O mundo parou
Eu só me lembro que nos pertencíamos
O resto?
Segredo!
Abri levemente a boca
Minhas mãos tremiam
Meu coração acelerava
Senti uma leve dor na barriga
Suava frio
Minhas emoções se misturavam
Minhas sensações se confundiam
O vento me balançava
O sol me aquecia
Na escuridão dos meus olhos fechados
Eu vi sua imagem
Seus olhos fechados
Abriu levemente a boca
Suas mãos não tremiam
O seu suor escorria
Como se nossos olhos estivessem abertos
Nossos lábios se tocaram
De repente nossas mãos se encontraram
Você me puxou
Eu me deixei ser puxada
Nossos corpos se tocaram
O mundo parou
Eu só me lembro que nos pertencíamos
O resto?
Segredo!
Te disse adeus
Meu mundo acabou quando eu te disse adeus
Tudo bem. Vou me explicar
Eu te conheci, desconheço amor mais lindo e que tenha me feito tão bem
Era conto de fadas... Como se meu coração estivesse adormecido por longos anos
Seu amor o acordou
Não me limitei a racionalizar o que sentia
Me entreguei sem limites, sem fim, sem reservas e me joguei de braços abertos no abismo desse amor
Você me olhava com ternura, me colocava no seu peito e dizia que me amava como jamais amou alguém
Riamos de nossas bobeiras, os minutos eram eternos
Nossas despedidas eram intermináveis, não queríamos nos desgrudar um só segundo
Nos completávamos da forma mais louca que se pode existir
Éramos felizes da forma mais duvidosa e não existia medo
Eu era sua menina e você meu homem
Nossos corpos se ligavam de forma descomunal, o simples toque de nossos lábios era o suficiente para o desejo tomar conta
Nos amávamos loucamente, sem frescuras, sem pudores e eu nunca me senti tão mulher como em seus braços
E eu sonhei que não houvesse barreiras...
Um dia o destino me levou pra longe de você
A vida me pediu pra retornar ao ponto de partida
E nesse momento choramos como se prevíssemos o que viria a seguir
Eu me fui... Pra longe... Pra perto
Uma dor que fez não querer despedida. Não tive sua mão me acenando o adeus
Um aperto no coração
Tentei em vão vencer a distância
Me desdobrava para ir ao seu encontro
Lutava para que não perdesse um pedaço do meu coração
Foi nesse momento que eu percebi...
Meu amor era incondicional, mas o seu...
Reclamei, te expliquei, lamuriei e tentei em vão chegar ao seu coração
Lutei sozinha na escuridão
Então eu descobri...
Infelizmente descobri...
Que não se ama sozinho.
Te disse adeus!
Tudo bem. Vou me explicar
Eu te conheci, desconheço amor mais lindo e que tenha me feito tão bem
Era conto de fadas... Como se meu coração estivesse adormecido por longos anos
Seu amor o acordou
Não me limitei a racionalizar o que sentia
Me entreguei sem limites, sem fim, sem reservas e me joguei de braços abertos no abismo desse amor
Você me olhava com ternura, me colocava no seu peito e dizia que me amava como jamais amou alguém
Riamos de nossas bobeiras, os minutos eram eternos
Nossas despedidas eram intermináveis, não queríamos nos desgrudar um só segundo
Nos completávamos da forma mais louca que se pode existir
Éramos felizes da forma mais duvidosa e não existia medo
Eu era sua menina e você meu homem
Nossos corpos se ligavam de forma descomunal, o simples toque de nossos lábios era o suficiente para o desejo tomar conta
Nos amávamos loucamente, sem frescuras, sem pudores e eu nunca me senti tão mulher como em seus braços
E eu sonhei que não houvesse barreiras...
Um dia o destino me levou pra longe de você
A vida me pediu pra retornar ao ponto de partida
E nesse momento choramos como se prevíssemos o que viria a seguir
Eu me fui... Pra longe... Pra perto
Uma dor que fez não querer despedida. Não tive sua mão me acenando o adeus
Um aperto no coração
Tentei em vão vencer a distância
Me desdobrava para ir ao seu encontro
Lutava para que não perdesse um pedaço do meu coração
Foi nesse momento que eu percebi...
Meu amor era incondicional, mas o seu...
Reclamei, te expliquei, lamuriei e tentei em vão chegar ao seu coração
Lutei sozinha na escuridão
Então eu descobri...
Infelizmente descobri...
Que não se ama sozinho.
Te disse adeus!
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Não quero falar de nada
Eu quero falar da regra. Não, quero falar de burlar as regras. Exceder os limites. Inovar e não mais parar.
Quero falar do ódio que tenho do amor, por conta do meu pai que não me ensinou qual a real importância dele.
Quero falar da minha moralidade tão questionada por aqueles que se prendem em falsos valores.
Quero falar de minha sexualidade de forma livre, sem ser encara com caras tortas quando digo que beijo mulheres sim! E daí? Ui... Vão me prender porque assumo minha verdade! Não me escondo atrás de falso moralismo.
Quero falar dos meus orgasmos que hoje só aceito múltiplos, e com muito suor antes.
Quero falar dos meus quase dois maços de cigarro diários. Ops, torceu o nariz, foi? Te garanto que isso não diz nada sobre meu caráter. O cigarro é um mero detalhe na minha pessoa.
Quero falar da mesmice das pessoas. Quem foi o imbecil que inventou regras sociais? Etiquetas que padronizam uma meia dúzia que me choca e me entedia com tamanha falta de criatividade.
Quero falar que gosto de cantar, cantar em versos minhas angustias e em palavras compreendidas ou não me encontro sempre com o canto na ponta da língua.
Quero falar da impressão que causo num primeiro momento. Sou pé no chão, não me baseio em sentimentos pra viver e sou extremamente cética... Isso causa medo? Ah sim, eu sei que minhas palavras são duras num primeiro momento, mas se você não tem medo de bater de frente com um tufão, muito prazer!
Quero falar que acho chatas demais demonstrações de afeto em público. A pessoa precisa estar de mãos dadas ou dependuradas no seu ombro somente pra validar a sensação de posse que é implantada na nossa cabeça no berço. Valha-me Deus, foto no perfil das redes sócias de casal, respeito viu, mas particularmente acho uma falta de individualidade que é muito importante. Acha que por isso eu não amo? Sorry, se não considero ninguém propriedade minha e não preciso afirmar que tenho alguém a todo custo. Só o fato de estar num relacionamento sério já me basta. Meu melhor guardo pra quatro paredes, na minha intimidade e pra quem realmente precisa saber. Isso não faz de mim fria, insensível ou sem amor, mas sim, alguém que tem sua individualidade respeitada.
Quero falar da loucura insana do meu ídolo Jim Morrison. Minha inspiração maior. Sem regras, sem pudores, sem anseios e muito mais, sem medo, ele viveu de forma plena aquilo que achava certo e gritou: ‘Dane-se as regras, quero mais que o mundo se exploda!’
Quero falar do preconceito que mora com a imbecilidade de quem o pratica.
Quero falar da corrupção de valores, pois tudo virou ‘bunda’, ‘barriga tanquinho’ e muita ‘cara de pau’.
Quero falar da futilidade da era do ‘vale quem tem mais’.
Quero falar de Bob Marley, que enquanto fumava maconha, falava da união das pessoas, do amor independente de crença. Da forma mais louca ele pregou a paz.
Quero falar da palhaçada da regra que nos faz votar nessa falsa democracia.
Quero falar da nossa ‘nação’ que não existe mais ou no mínimo está escondida atrás das caras estampadas na página política do jornal, que jamais representará meu ideal de civilização.
Quero falar da minha “adoração” a ditadura milita. Que bonito é a política/militar ditando regras e ‘tolindo’ o direito de expressão. A era da grande intolerância que não serviu pra nada.
Quero falar de minha visão socialista que é engolida pelo capitalismo desenfreado da idiotice do ‘Natal’.
Quero falar da igualdade social que Che Guevara desenhou com armas na mão e em plena Sierra Maestra, alfabetizou menores adeptos do sonho da liberdade. Em tempos de guerrilha não se escolhe cor, raça, idade... Mas pode-se mesmo com armas em mão ser alguém melhor.
Quero falar das verdades que ofendem idiotas que perguntam e tem medo da resposta.
Quero falar dessa bobeira das pessoas que querem convencer no tapa que a religião salva e se esconde atrás de Deus em nome de uma bizarra filosofia do ‘faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço’.
Quero falar do meu racionalismo, que choca aqueles que têm medo de olhar do outro lado e dizer que pode estar errado.
Quero falar dos meus questionamentos que são muitos. Existe céu? Existiu Adão e Eva? Viemos do macaco? Será mesmo que o mundo é redondo? O capeta tem mesmo forma? Que mal tem em ser cético? Existe a reencarnação? To no mundo por que, pra que? (...)
Quero falar da minha raiva mortal da mentira, a casa cai e não tem mascará que sustente a falta de verdade.
Quero falar da contradição e do paradoxo da matemática, um mais um pode ser dois ou é onze?
Quero falar da babaquice que a TV aberta faz com a cabeça daqueles que não conseguem abolir uma passadinha pela novela e duas pelo BBB. Poxa, tudo tem limite, até a sacanagem que fazem com a gente.
Quero falar do amor de Deus. Deus? Ah... Isso ai que você acredita como sendo uma força sobrenatural. Não quero falar da loucura insana da religião que prega um amor severo, cheio de regras e pra mim idiota. Quero falar do amor dele que vejo quando olho a natureza.
Quero falar que questiono tudo mesmo! Sem medo de interpretações, não me rendo à falta de coerência e lógica. E definitivamente, não sonhe em mudar isso em mim. Dei meu grito de liberdade e não sou marionete de ninguém.
Quero falar de Frederick Nietzsche, doente, insano, revolucionário e ateu falou de razões que poucos compreendem e talvez nunca compreendam.
Eu quero falar de tanta coisa e não quero falar de nada... Putz acabei foi falando muito. Na verdade é que não posso deixar de destilar meu veneno e dar a minha opinião.
Eu to cansada de tanta regra, de tanta falsidade, de tanta diplomacia, quando na verdade nenhuma regra é seguida de fato, nenhuma falsidade tem fundamento e todo mundo quer mesmo é quebrar as regras. Ta faltando ousadia, ta faltando anarquia e ninguém enxerga. Todos imantados pelo véu da hipocrisia e revestidos pela contenção da mediocridade.
To assim meio azeda, meio doce... Meio ‘azedoce’!
Sutilmente abrindo meu coração. Sutilmente azedando corações.
Quero falar do ódio que tenho do amor, por conta do meu pai que não me ensinou qual a real importância dele.
Quero falar da minha moralidade tão questionada por aqueles que se prendem em falsos valores.
Quero falar de minha sexualidade de forma livre, sem ser encara com caras tortas quando digo que beijo mulheres sim! E daí? Ui... Vão me prender porque assumo minha verdade! Não me escondo atrás de falso moralismo.
Quero falar dos meus orgasmos que hoje só aceito múltiplos, e com muito suor antes.
Quero falar dos meus quase dois maços de cigarro diários. Ops, torceu o nariz, foi? Te garanto que isso não diz nada sobre meu caráter. O cigarro é um mero detalhe na minha pessoa.
Quero falar da mesmice das pessoas. Quem foi o imbecil que inventou regras sociais? Etiquetas que padronizam uma meia dúzia que me choca e me entedia com tamanha falta de criatividade.
Quero falar que gosto de cantar, cantar em versos minhas angustias e em palavras compreendidas ou não me encontro sempre com o canto na ponta da língua.
Quero falar da impressão que causo num primeiro momento. Sou pé no chão, não me baseio em sentimentos pra viver e sou extremamente cética... Isso causa medo? Ah sim, eu sei que minhas palavras são duras num primeiro momento, mas se você não tem medo de bater de frente com um tufão, muito prazer!
Quero falar que acho chatas demais demonstrações de afeto em público. A pessoa precisa estar de mãos dadas ou dependuradas no seu ombro somente pra validar a sensação de posse que é implantada na nossa cabeça no berço. Valha-me Deus, foto no perfil das redes sócias de casal, respeito viu, mas particularmente acho uma falta de individualidade que é muito importante. Acha que por isso eu não amo? Sorry, se não considero ninguém propriedade minha e não preciso afirmar que tenho alguém a todo custo. Só o fato de estar num relacionamento sério já me basta. Meu melhor guardo pra quatro paredes, na minha intimidade e pra quem realmente precisa saber. Isso não faz de mim fria, insensível ou sem amor, mas sim, alguém que tem sua individualidade respeitada.
Quero falar da loucura insana do meu ídolo Jim Morrison. Minha inspiração maior. Sem regras, sem pudores, sem anseios e muito mais, sem medo, ele viveu de forma plena aquilo que achava certo e gritou: ‘Dane-se as regras, quero mais que o mundo se exploda!’
Quero falar do preconceito que mora com a imbecilidade de quem o pratica.
Quero falar da corrupção de valores, pois tudo virou ‘bunda’, ‘barriga tanquinho’ e muita ‘cara de pau’.
Quero falar da futilidade da era do ‘vale quem tem mais’.
Quero falar de Bob Marley, que enquanto fumava maconha, falava da união das pessoas, do amor independente de crença. Da forma mais louca ele pregou a paz.
Quero falar da palhaçada da regra que nos faz votar nessa falsa democracia.
Quero falar da nossa ‘nação’ que não existe mais ou no mínimo está escondida atrás das caras estampadas na página política do jornal, que jamais representará meu ideal de civilização.
Quero falar da minha “adoração” a ditadura milita. Que bonito é a política/militar ditando regras e ‘tolindo’ o direito de expressão. A era da grande intolerância que não serviu pra nada.
Quero falar de minha visão socialista que é engolida pelo capitalismo desenfreado da idiotice do ‘Natal’.
Quero falar da igualdade social que Che Guevara desenhou com armas na mão e em plena Sierra Maestra, alfabetizou menores adeptos do sonho da liberdade. Em tempos de guerrilha não se escolhe cor, raça, idade... Mas pode-se mesmo com armas em mão ser alguém melhor.
Quero falar das verdades que ofendem idiotas que perguntam e tem medo da resposta.
Quero falar dessa bobeira das pessoas que querem convencer no tapa que a religião salva e se esconde atrás de Deus em nome de uma bizarra filosofia do ‘faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço’.
Quero falar do meu racionalismo, que choca aqueles que têm medo de olhar do outro lado e dizer que pode estar errado.
Quero falar dos meus questionamentos que são muitos. Existe céu? Existiu Adão e Eva? Viemos do macaco? Será mesmo que o mundo é redondo? O capeta tem mesmo forma? Que mal tem em ser cético? Existe a reencarnação? To no mundo por que, pra que? (...)
Quero falar da minha raiva mortal da mentira, a casa cai e não tem mascará que sustente a falta de verdade.
Quero falar da contradição e do paradoxo da matemática, um mais um pode ser dois ou é onze?
Quero falar da babaquice que a TV aberta faz com a cabeça daqueles que não conseguem abolir uma passadinha pela novela e duas pelo BBB. Poxa, tudo tem limite, até a sacanagem que fazem com a gente.
Quero falar do amor de Deus. Deus? Ah... Isso ai que você acredita como sendo uma força sobrenatural. Não quero falar da loucura insana da religião que prega um amor severo, cheio de regras e pra mim idiota. Quero falar do amor dele que vejo quando olho a natureza.
Quero falar que questiono tudo mesmo! Sem medo de interpretações, não me rendo à falta de coerência e lógica. E definitivamente, não sonhe em mudar isso em mim. Dei meu grito de liberdade e não sou marionete de ninguém.
Quero falar de Frederick Nietzsche, doente, insano, revolucionário e ateu falou de razões que poucos compreendem e talvez nunca compreendam.
Eu quero falar de tanta coisa e não quero falar de nada... Putz acabei foi falando muito. Na verdade é que não posso deixar de destilar meu veneno e dar a minha opinião.
Eu to cansada de tanta regra, de tanta falsidade, de tanta diplomacia, quando na verdade nenhuma regra é seguida de fato, nenhuma falsidade tem fundamento e todo mundo quer mesmo é quebrar as regras. Ta faltando ousadia, ta faltando anarquia e ninguém enxerga. Todos imantados pelo véu da hipocrisia e revestidos pela contenção da mediocridade.
To assim meio azeda, meio doce... Meio ‘azedoce’!
Sutilmente abrindo meu coração. Sutilmente azedando corações.
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